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Lukashenko nega estar a preparar-se para se juntar à invasão da Ucrânia

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O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, afirmou, ainda, que as sanções estão a contribuir para que a Rússia procure uma III Guerra Mundial.

Lukashenko negou qualquer plano em juntar-se à Rússia na invasão da Ucrânia, afirmando, igualmente, que não considera o sucedido uma guerra, mas sim “ainda um conflito”.

O presidente da Bielorrússia considera, também, que as sanções económicas a Moscovo estão a incentivar a Rússia a uma II Guerra Mundial.

“Muito se fala sobre o setor bancário. Gás, petróleo, SWIFT. É pior que a guerra. A Rússia está a ser empurrada para uma III Guerra Mundial. Devemos ser muito reservados e evitar isso. Porque a guerra nuclear é o fim de tudo”, disse Alexander Lukashenko.  

O autoritário bielorruso argumenta, ainda, que o “único beneficiário” da guerra são os Estados Unidos, sendo que o Kremlin reagirá impondo “sanções” contra o Ocidente.

“Eu nem chamaria isto de ‘guerra’ agora: ainda é um conflito. Mais um ou dois dias e haverá uma guerra. Em três dias, uma chacina”, afirmou.

Lukashenko abordou, de igual forma, os rumores que indicavam que a Bielorrússia se estaria a preparar para se juntar à invasão da Ucrânia, negando e acrescentando que nenhum míssil foi disparado em território bielorrusso, exceto “dois ou três mísseis”, no dia 23 de fevereiro, após terem sido detetadas baterias de mísseis ucranianos perto da fronteira.

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Escrito por João Serra

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