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Marcelo recebe embaixadora da Ucrânia

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu, esta quinta-feira, pelas 15h00, Inna Ohnivets, embaixadora da Ucrânia em Portugal, no Palácio de Belém.

Após a reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional, esta informação foi divulgada por fonte oficial da Presidência.

Nesta reunião, o orgão aprovou, por unanimidade, as propostas do Governo para eventual participação de militares portuguesas em duas forças de prontidão da NATO (VJTF e IFFG).

A reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional foi convocada pelo Chefe de Estado e pelo Comandante Supremo das Forças Armadas, depois da ofensiva militar protagonizada pela Rússia em solo ucraniano.

Ainda esta manhã, Marcelo divulgou uma nota na qual refere que “em consonância com o Governo, condena veementemente a flagrante violação do direito internacional pela Federação Russa e apoia a declaração do secretário-geral das Nações Unidas António Guterres, expressando total solidariedade com o Estado e o povo da Ucrânia”.

Na residência oficial de São Bento, em Lisboa, numa conferência de imprensa, António Costa afirmou que os meios militares portugueses atribuídos a forças da NATO em 2022 poderão ser ativados para “missões de dissuasão” em países membros.

O Primeiro-Ministro português mencionou, ainda, que “a NATO não intervirá nem agirá na Ucrânia” e que o seu papel, “em que as forças portuguesas poderão estar empenhadas”, consistirá em “missões de dissuasão, em particular junto dos países da NATO que têm fronteira com a Ucrânia”.

Relativamente à dimensão dos meios militares portugueses a que a NATO poderá recorrer, António Costa adiantou que “a composição da força está já definida e tem a devida autorização do Conselho Superior de Defesa Nacional”.

“Hoje, se o Conselho do Atlântico Norte assim o autorizar, o plano militar da NATO identificará as forças em concreto das Forças Armadas Portuguesas que pretende utilizar e em que missão as pretende utilizar. Para haver empenho destas forças é necessário haver autorização do Conselho Superior de Defesa Nacional, e precisamente por isso solicitámos durante a madrugada ao senhor Presidente da República a convocação urgente do Conselho Superior de Defesa Nacional“, disse.

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Escrito por João Serra

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