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Recordes de mortalidade batidos em diversos dias do mês de julho

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Foram batidos recordes de mortalidade em quase metade dos dias do mês de julho, sendo que dia 14 registou a maior percentagem de excesso de mortalidade.

Elaborados com base no Sistema de Informação dos Certificados de Óbito (SICO), os dados da da vigilância da mortalidade ditam que existiu um excesso de mortalidade numa grande parte dos dias do mês de julho, à exceção dos dias 1, 2, 29, 30 e 31.

De acordo com a informação, avançada pela agência Lusa, 14 de julho, com 458 óbitos contabilizados, foi o dia com uma maior percentagem de excesso de mortalidade (63,4%), tendo sido o dia 14 de julho dos últimos 13 anos com mais mortes registadas.

Foram batidos recordes dos extremos máximos de mortalidade em 12 dias do mês de julho: entre 1 e 4 de julho, entre os dias 12 e 16 e a 18, 25 e 28.

A Direção-Geral da Saúde revelou, há cerca de duas semanas, que Portugal tinha registado um excesso de mortalidade entre os dias 7 e 18 de julho, sendo isto correspondente a 1.063 mortes atribuídas a temperaturas extremas em território nacional.

Conforme revelam os dados do índice ÍCARO (medida numérica do risco potencial que as temperaturas ambientais elevadas têm para a saúde da população), verificaram-se os valores mais elevados precisamente no dia 14 (0.96).

Quando as temperaturas voltaram a subir, nos últimos três dias, os valores deste mesmo índice voltaram a aumentar, passando de 0.04 na sexta-feira, dia 29, passando para 0,38 no sábado, dia 30, e finalmente “culminando” em 0.68 no domingo, dia 31.

Faleceram, em julho, 10.602 pessoas na totalidade.

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Escrito por João Serra

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