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Testes rápidos voltam a ser gratuitos, mas com receita

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O Governo defende que o regresso da gratuidade dos testes rápidos se deve à “incidência muito elevada no país, com tendência crescente”.

Segundo um anúncio do Governo, esta segunda-feira, a partir do dia 24 de maio, até 30 de junho, os testes rápidos voltam a ser gratuitos nas farmácias nacionais.

O Governo justifica a decisão, de acordo com a portaria publicada no Diário da República, com “incidência muito elevada no país, com tendência crescente”, da covid-19, em Portugal.

O crescimento poderá contribuir, ainda, para o aumento da circulação de outras variantes com um maior potencial de transmissão.

Os testes rápidos de antigénio voltam, assim, a ser gratuitos, com o Governo a acrescentar que, “para efeitos de referenciação de pessoas sintomáticas e deteção precoce de casos confirmados, importa garantir o acesso e a realização de Testes Rápidos de Antigénio de uso profissional”.

O executivo não põe de parte a hipótese de prolongar esta medida, mencionando que a mesma dura até dia 30 de junho “sem prejuízo da sua eventual prorrogação”.

Na passada sexta-feira, dia 20, o relatório semanal da DGS e do INSA concluiu que a média de infeções em território nacional sofreu um aumento de 14.400 casos para 22.805, após registar 157.502 casos em apenas uma semana.

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Escrito por João Serra

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