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Ventura acusa PSD e PS de “diabolização” do Chega

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André Ventura, presidente do Chega, defendeu que ambos os partidos querem promover a ideia de que o partido é uma ameaça à sociedade portuguesa.

“Esta ameaça do Chega sobre o sistema político não existe, o Chega não é uma ameaça à democracia portuguesa, nem uma ameaça ao sistema político partidário português, mas outros partidos, sobretudo PS e PSD, querem fazer do Chega uma ameaça à sociedade portuguesa porque lhes interessa a diabolização permanente do Chega”, afirmou André Ventura, em Vila Nova de Gaia, no Clube dos Pensadores.

Ventura argumentou, ainda, que, em três anos, “nunca” houve no Parlamento, por parte do Chega, uma “ideia de ameaça ao sistema”.

“Houve foi debate, confronto, denúncia que o PSD não quis fazer e que o Chega aceitou substituir, confronto com o primeiro-ministro e linguagem mais agressiva, mas acho que os portugueses estavam a precisar de uma linguagem mais expressiva porque estavam fartos do politicamente correto”, acrescentou.

O presidente do Chega referiu, igualmente, que tanto a direita como o próprio sistema político sofreram alterações, apelando a que quem pensa que a direita irá voltar a ser o que era que se desengane.

André Ventura mencionou que a direita está a “reconfigurar-se” e que o sistema político encontra-se em “profundíssima regeneração”, insistindo também que o Chega quer ser um partido de governo, e não de protesto.

“Nós queremos ser governo para mudar, efetivamente, as condições de vida das pessoas e, para isso, temos de unir esforços”, vincou.

Em tom de conclusão, o líder do Chega sublinhou que a preocupação deve ser a elaboração de um programa “credível e alternativo”, e não se vão ou não ser formadas coligações.

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Escrito por João Serra

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