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Zelensky pede “sanções preventivas” contra o Kremlin

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Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, pediu, esta segunda-feira, “sanções preventivas” contra Moscovo, de modo a evitar futuros ataques contra o país.

No final de uma cimeira sobre matérias de segurança, no contexto das tensões entre o Kremlin e Kiev, que reuniu Volodymyr Zelensky, Andrzej Duda, presidente da Polónia, e Gitanas Nausèda, presidente da Lituânia, o chefe de Estado ucraniano referiu que “Alguns líderes europeus dizem que, se Vladimir Putin mantiver a escalada, irão impor sanções. O que significa isso?”.

O presidente da Ucrânia mostrou-se esperançoso de que as sanções impostas a Moscovo tenham um caráter preventivo, de modo a evitar outros conflitos com a Rússia, “em qualquer região” do mundo.

Durante a mesma cimeira, os três chefes de Estado oficializaram uma declaração conjunta relativa a cooperação em áreas como prevenção da migração ilegal, lutra contra a desinformação e segurança.

Gitanas Nausèda e Andrzej Duda aproveitaram, ainda, para expressar o seu apoio a Kiev, que, recentemente, revelou que a Rússia destacou cerca de 90.000 militares para a fronteira entre os dois países.

Os presidentes polaco e lituânio consideraram, igualmente, a proposta do Kremlin sobre garantias de segurança no continent Europeu, que procura impedir a inserção da Ucrânia na NATO, “inaceitável”.

Para Andrzej Duda, a “segurança da Ucrânia é uma questão fundamental”, afirmando, ainda, que a comunidade internacional tem o dever de evitar um ataque dos russos à Ucrânia, sem realizar concessões ao Kremlin, com “tudo o que for possível”.

Já Gitanas Nausèda declarou que, caso Moscovo persista em impor regras a países independentes, “haverá sérias consequências” para os russos.

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Escrito por João Serra

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