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Golfinhos no Tejo: Oceanário com passeios acompanhados por biólogos

Golfinhos no tejo

Em parceria com a Terra Incógnita, o Oceanário de Lisboa volta a realizar passeios de barco para observar os golfinhos no Tejo.

Para “celebrar” o regresso sazonal dos golfinhos ao rio Tejo, o Oceanário de Lisboa, em parceria com o projeto Terra Incógnita, relançou os passeios de barco acompanhados por biólogos marinhos.

Inicialmente criados em 2021, como forma de comemorar o retorno destes animais cetáceos ao estuário do Tejo, depois de diversos anos caracterizados por avistamentos muito raros, os passeios “Golfinhos no Tejo” tendem a ser bastante populares.

Com o intuito de “enriquecer a viagem”, dando a conhecer factos sobre as diferentes espécies observadas, todas as viagens são acompanhadas por profissionais do ramo da biologia marinha.

De acordo com o Oceanário de Lisboa, em comunicado, a presença dos golfinhos tornou-se habitual em 2020, normalmente entre os meses de maio e setembro, “altura em que entram no rio à procura de alimento”. Isto torna Lisboa a “única capital europeia” onde é possível ver estes cetáceos em meio selvagem.

A espécie mais avistada é o golfinho-comum, sendo que, ocasionalmente, são também vistos “golfinhos-roazes, de cor cinzenta, que chegam a ter quatro metros de comprimento e a pesar mais de 400kg”.

O passeio permite ainda observar “uma enorme biodiversidade”, como “gansos-patolas, andorinhas-do-mar, corvos-marinhos e, por vezes, até tubarões”.

Com viagens às sextas, sábados e domingos, às 9h30, partindo da sede da Terra Incógnita, na Doca de Santo Amaro, em Lisboa, os passeios “Golfinhos no Tejo” encontram-se divididos em duas modalidades (é necessário fazer marcação antecipada pelo website): 

  • Apenas o passeio, que tem o custo de 65€ por adulto e 52€ por criança;
  • Pacote especial, que inclui o passeio, bem como uma t-shirt da #SeaTheFuture e um ingresso de entrada no Oceanário de Lisboa, tudo por 93€ por adulto e 72€ por criança.

O Oceanário de Lisboa relembra que, dado que são animais selvagens, o avistamento de golfinhos “não é garantido”, mesmo que sejam “observados em 95% dos dias”.

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