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Opções de investimento em Portugal

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Apesar da maioria da população portuguesa estar, neste momento, com a degradação da sua condição económica devido à perda de rendimentos do trabalho e à inflação especulatória levada a cabo por vários agentes económicos, quem tem algum fundo de maneio pode sentir-se tentado a realizar um investimento em Portugal utilizando alguns dos produtos que se encontram disponíveis.

Se este é o seu caso e pretende investir uma parte do seu dinheiro de forma a rentabilizá-lo, estes são, grosso modo, os tipos de investimento que estão ao seu dispor em Portugal:

Tipos de investimento em Portugal

• Investimento em Ações (investimento de crescimento)

Dentro dos investimentos de maior duração que se destinam a investidores com liquidez para resistirem às oscilações do mercado, um das mais conhecidas e atrativas ferramentas de investimento são as ações.

Consideradas um investimento de crescimento, uma vez que podem aumentar o investimento inicial a médio e longo prazo, as ações são produtos de investimento que, na prática, representam uma parte do capital social de uma empresa.

Ou seja, investir em ações é investir em frações do capital social de uma empresa passando, deste modo, a era acionista da dita organização empresarial.

Como acionista, via passar a ter o direito de receber dividendos, valor que as empresas pagam aos seus acionistas no caso de haver lucro e de ser decidido que esse lucro será para entregar aos acionistas, assim como à quota-parte do capital próprio em caso de liquidação da sociedade.

Note que o valor das ações é altamente volátil, fazendo com que, de um dia para o outro, o seu preço pode subir ou descer fazendo com que o investidor possa ganhar ou perder dinheiro se decidir vender as suas ações. 

Imobiliário

A par das ações, o investimento em imobiliário é também considerado um “investimento de crescimento”, uma vez que dá ao investidor, seja através de compra direta ou de compra indireta via fundos imobiliários, a hipótese de lucrar com a especulação imobiliária.

O problema para este tipo de investimento surge quando o imobiliário perde valor em função da aposta em controlo de rendas, legislação sobre construção mais apertada ou, sobretudo, investimento em habitação pública.

Nos últimos anos, o investimento em imobiliário tem sido promovido e fomentado por políticas governamentais (Vistos Gold, por exemplo) levando ao aumento tremendo do seu valor. Contudo, como, por exemplo, já aconteceu na Irlanda no início da década de 2010, quando esta espiral inflacionista e altamente especulatória se apodera do imobiliário forma as chamadas “bolhas” que, quando rebentam, deixam um mar de prejuízos à sua volta.

• Depósitos a prazo (investimentos defensivos)

Do lado oposto dos chamados investimentos de crescimento, encontram-se os investimentos ditos defensivos que se concentram, sobretudo, na criação consistente e constante de rendimento com o menor risco possível.

Dentro de este tipo de investimento encontram-se os depósitos a prazo que, por norma, apresentam retornos financeiros mais baixos do que as ações ou os investimentos em imobiliário, mas com a segurança de que o seu dinheiro estará sempre protegido.

Para além dos depósitos a prazo, as contas bancárias diárias e as contas de poupança com juros elevados são outros dos tipos de investimento em depósitos disponíveis em Portugal que lhe darão uma renda regular com baixo risco. 

• Obrigações (investimento defensivo)

Certificados de Aforro ou Certificados do Tesouro são outro dos tipos de investimento defensivo disponível em Portugal. Estas obrigações são um investimento de juros fixos emitidas pelo Estado que garantem uma renda garantida a longo-prazo, embora com retornos potenciais mais baixos e níveis de risco mais baixos do que ações ou imobiliário.

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