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Universidades e politécnicos com reforço de 138 milhões de euros

Reforço de 138 milhões de euros nas universidades

A vida de muitos universitários não tem sido fácil no último ano e abandonar a faculdade por falta de dinheiro acaba por ser a escolha de muitos jovens portugueses. Já a dos professores continua igualmente difícil com a instabilidade a fazer parte da ordem do dia para milhares de docentes.
Mas o governo parece estar empenhado em trabalhar em mudanças para 2024.

No quadro da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2024 , o Governo anunciou o reforço de 138 milhões de euros no orçamento para universidades e politécnicos, o que significa uma subida de 10,7% em relação às dotações base estipuladas no OE para 2023, naquele que é o maior aumento dos últimos anos.

O Ministério liderado por Elvira Fortunato explica ainda que a distribuição do dinheiro pelas várias instituições de ensino já obedecerá à nova fórmula de financiamento e que corresponde a um modelo “ajustado à realidade atual do sistema do ensino superior e com perspetivas de estabilidade e sustentabilidade do mesmo” e que incorpora os “principais resultados do diálogo”, com os conselhos que representam universidades (CRUP) e politécnicos (CCISP).

A nota do ministério é divulgada cerca de duas semanas depois de o CRUP ter voltado a recusar o encargo financeiro com a integração na carreira docente ou de investigação científica de 1.400 investigadores precários, no âmbito de um novo programa, sem o adequado reforço das dotações públicas.

Sem adiantar valores por instituição, o Ministério explica ainda que o reforço de 138 milhões de euros, 70% do orçamento é distribuído pela totalidade das 34 instituições de ensino superior seguindo o novo modelo de financiamento, sendo os restantes 30% usados para garantir que as 18 que passariam a receber menos de acordo com a nova fórmula não ficam com menos dinheiro.

Mas não fica por aqui. O mesmo comunicado acrescenta ainda que a proposta para o próximo ano prevê também uma continuidade do aumento do investimento na ação social, complementado com o investimento público no plano nacional de alojamento no ensino superior de 447 milhões de euros.

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